terça-feira, 20 de dezembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
A crença em Deus pode resultar em duas maneiras distintas de influência no comportamento, segundo estudo americano
Ser lembrado do conceito de Deus pode diminuir a motivação das pessoas para perseguir seus objetivos pessoais, mas pode também ajudá-las a resistir as 'tentações' (comportamentos disfuncionais), de acordo com estudo publicado no site da Associação Americana de Psicologia.
"Cerca de 90% das pessoas no mundo concordam que existe um Deus ou um poder espiritual semelhante", disse o principal autor do estudo, Kristin Laurin, PhD, da Universidade de Waterloo no Canadá. “Esta é a primeira evidência empírica de que o simples ato de lembrar-se de Deus pode diminuir alguns tipos de auto-regulações, como a realização de objetivos e pode melhorar outras, como resistir as 'tentações'".
A pesquisa foi realizada em 353 estudantes universitários dos quais 186 eram mulheres, com idade média de 19 anos, no qual todos participantes realizaram 6 experimentos para tentar determinar a influência da idéia de Deus na motivação das pessoas, mesmo entre aqueles participantes que não eram religiosos.
Em um dos experimentos mais significantes, os participantes foram convidados a formar frases gramaticalmente corretas usando um grupo de palavras; para alguns estudantes foram fornecidas palavras como Deus e palavras relacionadas (divino, sagrado, espírito), enquanto isso outros participantes receberam grupos de palavras neutras (mesa, pista, caixa). Em seguida, cada aluno teve de formar quantas frases lógicas pudessem ser feitas no período de cinco minutos.
Os Pesquisadores determinaram o nível de motivação dos alunos pelo número de frases produzidas e pela qualidade delas, antes de entregarem o grupo de palavras para cada aluno foi informado que um bom desempenho naquele teste evidenciava um bom sucesso na carreira.
Várias semanas antes desta experiência, os estudantes tinham sido perguntados se eles acreditavam que fatores externos (outras pessoas, seres, forças além de seu controle) tinham influência em suas carreiras. Entre os participantes que disseram que fatores externos, como Deus podem influenciar o seu sucesso na carreira, foram aqueles relacionados com o pior desempenho no teste, comparado com aqueles que não consideravam ou acreditavam nesses fatores.
Um segundo conjunto de experimentos olhou para a habilidade dos participantes para resistir a uma 'tentação' depois de ser lembrado sobre Deus. Em um estudo, sobre a qualidade da alimentação dos participantes, aqueles que em um teste precisavam se alimentar, quando eram lembrados de passagens de livros sagrados sobre a alimentação e a solidariedade, comiam menos que os participantes que não eram lembrados a respeito.
Os participantes que leram uma curta passagem da bíblia relataram maior vontade de resistir às tentações para atingir um objetivo importante, como manter um peso saudável, encontrar uma relação de longo prazo ou de ter uma carreira de sucesso.
Este efeito foi encontrado apenas entre os participantes que haviam dito anteriormente que eles acreditam que uma entidade onisciente agia sobre eles e os repreendiam quando se comportassem de forma irregular.
O nível de devoção dos participantes religiosos não teve impacto sobre os resultados em qualquer um dos experimentos, de acordo com os pesquisadores.
Fonte: APA
Sonhadores lúcidos e ressonância magnética funcional oferecem uma ‘janela’ para os sonhos
Com a ajuda de 'sonhadores lúcidos' - pessoas que se tornam conscientes de seu estado de sonhar e são capazes de alterar o conteúdo de seus sonhos - os cientistas do Instituto Max Planck de Psiquiatria, em Munique, na Alemanha, foram capazes de mensurar o conteúdo dos sonhos e identificar a área cerebral ativada.
A ressonância magnética funcional (RMf) permitiu aos cientistas do Instituto visualizar e identificar a localização precisa da atividade cerebral durante o sonho, mas somente foram capazes de analisar a área específica associada ao conteúdo do sonho quando existe uma coincidência temporal entre o conteúdo do sonho e a mensuração da área.
O procedimento do novo estudo convidou sonhadores lúcidos a tomar consciência de seu sonho enquanto dormiam, enquanto isso passavam por um escaneamento RMf e deveriam relatar o seu estado de lucidez aos pesquisadores através de movimentos oculares. Isso também permitiu os pesquisadores medirem a entrada em sono REM - fase em que os sonhos são percebidos de forma particularmente intensa- e com a ajuda de um eletroencefalograma (EGG) do indivíduo que sonhava detectar o início da fase lúcida.
Um dos sonhadores pesquisados pelo estudo sonhou com os punhos cerrados (muito contraídos, apertados) e relatou isso aos pesquisadores, nesse momento através da ressonância magnética os pesquisadores localizaram uma região no córtex sensório-motora que foi ativada.
A região encontrada é responsável pela execução dos movimentos, e foi realmente ativada a partir do momento que o paciente relatou o seu sonho, sendo diretamente comparável com a atividade cerebral que surge quando existe um movimento real. Mesmo que o sonhador lúcido somente imagine o movimento da mão, o córtex age de maneira similar quando está acordado "Com esta combinação de EEGs durante o sono, métodos de imagem e sonhadores lúcidos, podemos medir não apenas movimentos simples durante o sono, mas também os padrões de atividade no cérebro durante o sonho e as percepções visuais", disse Martin Dresler, Ph.D.,e um dos pesquisadores do estudo.
Os pesquisadores foram capazes de confirmar os dados obtidos utilizando ressonância magnética em outro assunto sonhado usando também uma tecnologia diferente. Com a ajuda da espectroscopia infravermelha também observaram aumento da atividade em uma região do cérebro que desempenha um papel importante no planejamento de movimentos.
"Nossos sonhos não são, portanto, um ‘cinema do sono’, em que observamos, meramente, um evento de forma passiva, mas envolvem a atividade nas regiões do cérebro que são relevantes para o conteúdo do sonho", explica Michael Czisch, líder do grupo de pesquisa no Instituto.
Baixo nível de um neurotransmissor está ligado à impulsividade, explica pesquisa.
Indivíduos impulsivos frequentemente exibem comportamentos agressivos e se propõem a realizar vários comportamentos desafiadores, como o abuso de álcool e outras drogas, além de problemas nos relacionamentos afetivos. O estudo liderado por Frederic Boy mostra que essas 'pessoas impulsivas' reagem desta maneira, em parte, porque elas têm níveis mais baixos do neurotransmissor GABA (ácido gama-aminobutírico).
O GABA é um neurotransmissor inibitório muito importante para uma parte específica do cérebro que atua no autocontrole. "Avanços nas técnicas de imagem cerebral permitem que sejamos capazes de investigar áreas diferentes e específicas do cérebro humano e ver como eles (os neurotransmissores) regulam o comportamento das pessoas”, disse Frederic.
Os pesquisadores convidaram um grupo de 'pessoas impulsivas' para participar da pesquisa, sendo que todos deveriam responder a um questionário que avaliava os diferentes aspectos da impulsividade. Em seguida, eles foram submetidos a uma técnica de imagem cerebral (espectroscopia por ressonância magnética) para a medição da quantidade de GABA em certas regiões cerebrais. Entre esse grupo de pessoas analisadas haviam indivíduos sem história de distúrbios psiquiátricos ou dependência de drogas.
Os investigadores descobriram que indivíduos com mais GABA em sua área pré-frontal do cérebro tiveram escores mais baixos em um aspecto da impulsividade que foi chamado de "sentimento de urgência" - a tendência a agir impulsivamente em resposta a angústia ou outras emoções fortes.
Por outro lado, aqueles com menor GABA nessa área tendem a ter escores mais elevados no aspecto de urgência. Estes resultados adicionam à evidência de que "GABA baixo pode ser um fator de risco para a disfunção cortical através de uma série de distúrbios, como depressão e transtorno do pânico que estão associados com baixo nível de GABA cortical", comentou o Dr. John Krystal, editor da Biological Psychiatry, que publicou a pesquisa.
Os autores dizem que o próximo componente da investigação incidirá na compreensão da relação entre GABA e o córtex pré-frontal. "Depois dos próximos estudos é que nós poderemos começar a avaliar se há alguma maneira pela qual poderíamos tratar um déficit de GABA nesta área. Eu suspeito que isso poderia ser difícil, já que o GABA está presente em todo o cérebro, elevar o nível de forma indiscriminada pode ter todos os tipos de conseqüências imprevisíveis ", disse Boy.
"Outra área que precisa de mais pesquisas é saber se os níveis de GABA no córtex pré-frontal flutuam ao longo do tempo, já que este estudo é simplesmente instantâneo e com níveis de um determinado dia."
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
YOGA PARA QUE ESPERAR - COMECE JÁ
Ioga: 10 bons motivos para praticar
Renda-se ao ioga. Essa técnica milenar que alinha corpo, mente e espírito e é deliciosa de praticar
| Um dos objetivos da ioga é cessar o fluxo contínuo de pensamentos |
Importada da Índia, poucas práticas de vida são tão completas quanto ioga. Além de trabalhar o corpo, esta técninca alimenta o espírito com a riqueza de uma filosofia inspirada por mestres e sábios de muitas épocas. A seguir, especialistas enumeram os benefícios que a modalidade tem a oferecer ao organismo, à alma e à autoestima.
1. Músculos fortes
Muita gente ainda acredita que a ioga é apenas uma técnica de relaxamento. Nada disso. Ela movimenta cada pedacinho do corpo. Seu grande apelo é fortalecer e alongar os músculos, beneficiando o corpo como um todo - o que geralmente não ocorre em modalidades como a musculação, principalmente quando esta é feita de maneira exagerada.
2. Maior percepção do corpo
A ioga é poderosa para ampliar a consciência corporal, que se estende também para além da sala de aula. Com o tempo, o praticante consegue detectar os sinais mais evidentes de tensão muscular e, assim, é capaz de controlar melhor as situações de estresse. A pessoa passa a perceber com mais facilidade vícios de postura, como sentar ou andar projetando o abdômen para a frente.
3. Quilos a menos na balança
As modalidades que mais mandam quilos extras embora são a power ioga - técnica que combina sequências de posturas aleatórias com respiração dinâmica - e a ashtanga vinyasa ioga, séries fixas de movimentos com graus progressivos de dificuldade. "Em aulas intensas, é possível perder até 600 calorias", contabiliza o professor Júlio Fernandez. Ambas são ainda eficientes para trabalhar a capacidade respiratória em favor do emagrecimento. O controle da inspiração e da expiração do ar ajuda a diminuir a ansiedade e, por tabela, o desejo de comer.
4. Menopausa light
A iogaterapia hormonal tem sido usada com grande sucesso para aliviar os incômodos dessa fase da vida, quando a mulher se depara com frequentes ondas de calor e perda de libido. "As posturas agem principalmente sobre os ovários, a hipófise, a tireoide e as glândulas suprarrenais, estimulando o aumento dos níveis de estrógeno, hormônio que cai significativamente com a suspensão da menstruação", explica a criadora do método, a iogaterapeuta Dinah Rodrigues.
5. Integração total
Segundo a tradição da ioga, possuímos sete pontos de energia ao longo do corpo, conhecidos como chacras. Eles se relacionam aos órgãos vitais, regem as emoções e ainda fazem o elo com o mundo sutil. Enfraquecidos ou muito estimulados, podem trazer problemas emocionais ou até mesmo doenças. Se forem mantidos em equilíbrio por meio da prática de posturas específicas, são eficientes na integração do corpo, da mente e do espírito.
6. Vida longa
Para as pessoas que praticam ioga, a passagem do tempo não é medida em anos, mas em número de inspirações e expirações que a pessoa faz ao longo da vida. "Quanto maior a capacidade respiratória de um indivíduo, menor o número de respirações que ele faz por minuto. Isso significa que, entre uma respiração e outra, o ar está sendo saboreado e absorvido de maneira adequada", resume a professora Anna Ivanov. Por isso, os exercícios respiratórios (pranayamas) são tão importantes quanto as posturas e a meditação.
7. Alegria, alegria
Um dos objetivos da ioga é conseguir cessar o fluxo contínuo de pensamentos, que faz com que percamos o foco do que é realmente importante. "Quando atingimos esse estado, é possível sentir durante alguns segundos uma indescritível sensação de felicidade", constata a professora Ana Borella.
8. Mente quieta
Durante a meditação, o cérebro trabalha mais lentamente e os ruídos causados pelos pensamentos se tornam sutis. A agitação constante causa a instabilidade emocional e enfraquece o sistema imunológico. "Quando ocorre um espaço entre um pensamento e outro, chega a quietude. É como se a mente se calasse e o silêncio interno passasse a ser um alimento para a alma", descreve Márcia de Luca.
9. Vida leve
Silenciar a mente também eleva o astral. Estudos realizados pelas universidades de Stanford e Columbia, nos Estados Unidos, comprovaram que essa atividade libera endorfina, hormônio que atua sobre o sistema nervoso central e aumenta a sensação de bem-estar, deixando o dia a dia mais alegre.
10. Coração em paz
Manter o bom humor em dias de muita agitação e embaraços não é fácil. Domar a irritação nas horas em que você só pensa em fugir do mapa também é complicado. Apesar da prática da ioga não transformar sua vida num mar de rosas, ela é bastante eficiente para enfrentar os momentos difíceis.
A CURA PELOS SONS
Música induz ao relaxamento, promove a cura, melhora o funcionamento mental e cria um sentimento geral de bem-estar.
A cura e os efeitos calmantes da música têm sido observados desde a Antiguidade. "A música tem a capacidade de tocar o mais íntimo da alma", afirmou Platão, o filósofo grego. Pitágoras, também de ascendência grega, era extremamente interessado sobre os efeitos da música sobre a psique humana, e ainda estabeleceu uma escola em seu esforço para estudar a influência das paixões sobre música e comportamento humano.
Na verdade, cada noite, mesmo quando seus alunos dormiam, Pitágoras, fielmente executava as composições musicais que ele sabia que tinha um efeito curativo sobre o subconsciente. Não só os alunos relatam uma noite de sono tranqüila, mas alguns também alegam ter sonhos e visões proféticas.
A crença generalizada na China antiga, também atribuída energias de cura para a música. Os chineses acreditam que toda a primavera notas musicais a partir do coração, e, portanto, cada nota no mundo exterior do som corresponde a um sentimento interior. Mestre Zen, Su Ma T'sien, que remonta ao século um AC, estava convencido de que a música teve um impacto direto sobre o comportamento humano.
Ele afirmou que as notas harmoniosas tiveram um efeito benéfico sobre o com portamento humano, enquanto notas discordantes tiveram um efeito deletério.
Outro famoso estudo indica que ouvir música clássica por períodos prolongados leva a uma maior sensibilidade e criatividade. Este é o chamado Efeito Mozart, um termo cunhado para um alegado aumento no desenvolvimento cerebral em crianças que foram expostas à música de Wolfgang Amadeus Mozart. O estudo afirma que determinados sons, tons, ritmos e especialmente a música de Mozart, podem fortalecer a mente, libertar o espírito criativo e até mesmo curar o corpo humano. Don Campbell, em seu aclamado livro, o efeito Mozart oferece relatos dramáticos de como os médicos, xamãs, músicos e profissionais de saúde usam a música para lidar com condições como ansiedade, câncer e hipertensão. O diretor de uma unidade coronária de Baltimore relatou que meia hora de música clássica produz o mesmo efeito de 10mg de Valium [um tranquilizante utilizado para aliviar a ansiedade e relaxar os músculos].
Música para curar
Para o compositor e terapeuta do som Shawna Carol, cantar é semelhante à medicina natural. Ele desenvolveu um processo que ele chama de 'Spirit Songs', que ajuda as pessoas a liberarem seus bloqueios emocionais e criativos.
A razão científica por trás de tudo isso é muito simples. O som como a eletricidade e a luz, são umas formas convencionais de energia eletromagnética. Hoje, temos uma compreensão mais clara de como as frequências de vibração podem afetar-nos em um nível celular.
O som tem a capacidade de reorganizar a estrutura molecular. Tudo no universo está em um estado de vibração, incluindo as células do nosso corpo. Quando essas células vibram harmoniosamente nós temos a saúde como experiência. Tranqüilizante a música pode alterar os padrões das ondas cerebrais e induzir a um relaxado estado de calma na pessoa que houve, e tem ao mesmo tempo um efeito benéfico sobre a saúde.
Não admira que os egípcios se refiram à música como a "física da alma".
Música e emoções
No nível emocional, a música age como um facilitador em alterar nossos humores. A música afeta o sistema límbico, que parte do nosso cérebro que é a sede da emoção. Por isso acalma as emoções quando se ouve música suave e provoca um estado de bem-estar mental. Música, na energia em si é neutra. Nós é que somos responsáveis por seu efeito final. Precisamos usar a energia da música com consciência.
Sons altos, agressivos e discordantes conduzirão a estados violentos e estressantes, enquanto que suave, a música acalma e vai gerar uma paz contagiante. Helene Caya afirma em seu livro inovador do som “Springs Light”, quanto mais suave a música, mais amor ela transmite."
Um dos efeitos mais bonitos da música é a erradicação da ansiedade. Medo e ansiedade são as causas de vários distúrbios psicossomáticos. Sons perturbadores podem gerar uma sugestão de medo. Por outro lado, ao ouvir sons suaves e harmoniosos gera-se uma sensação de paz e bem-estar imediato no ouvinte. Assim, a música pode ser utilizada como uma ferramenta terapêutica eficaz para acabar com a ansiedade e manter a mente sob controle.
Música e o espírito
Em todas as tradições espirituais de todo o mundo, a música desempenha um papel fundamental na ligação do indivíduo à sua origem divina. O Senhor Krishna é conhecido por roubar o coração das gopis por sua flauta melodiosa. A Bíblia afirma:
"Procura um homem que é hábil em tocar a harpa e, quando o espírito maligno vier sobre ti, ele vai tocar a harpa e ficarás bem" [I Samuel 16:14-16]. E da tradição Sufi, afirma Al Ghazali, "O propósito da música, considerada em relação a Deus, é para despertar o desejo por Ele, e amor apaixonado por Ele".
A absorção intensa de parte de uma melodia com alma pode levar a um sentimento de expansão ou a exaltação do espírito. A alma sente-se intimamente conectada com o Divino.
Isto leva ao êxtase e um sentimento de admiração feliz no ouvinte. A paz de espírito desce sobre ele.
Texto extraído do site:http://www.vidaesaude.org/-terapias/4-energias-curativas-da-musica.html
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CONHEÇA MAIS SOBRE MANTRAS
A palavra mantra é composta pelas sílabas man (mente) e tra (entrega), em sânscrito, antigo idioma da Índia. Tem origem nos Vedas, livros sagrados indianos compilados pela primeira vez em 3000 a.C. Essas escrituras compõem-se de 4 mil sutras, das quais foram extraídos milhares de mantras, que atribuíam características relacionadas aos deuses, como o amor, compaixão e bondade. Como o som é uma vibração, pronunciar ou ouvir os mantras cotidianamente é, para os hindus, a forma de ativar as qualidades divinas, abrindo nossas mentes e nossos corações para os planos superiores.
“Um mantra é basicamente uma oração", explica o swami Vagishananda, americano radicado na Índia há mais de 20 anos, mestre dos cânticos relacionados aos Vedas. Repeti-los muitas vezes é a chave para interromper o processo natural de pensamento intermitente, que nos leva de uma idéia a outra sem controle. Quando paramos esse fluxo mental, o corpo relaxa, e a mente se aquieta e se abre a vibrações sutis, que permitem ampliar a percepção.
“Um mantra é basicamente uma oração", explica o swami Vagishananda, americano radicado na Índia há mais de 20 anos, mestre dos cânticos relacionados aos Vedas. Repeti-los muitas vezes é a chave para interromper o processo natural de pensamento intermitente, que nos leva de uma idéia a outra sem controle. Quando paramos esse fluxo mental, o corpo relaxa, e a mente se aquieta e se abre a vibrações sutis, que permitem ampliar a percepção.
Acalmar as emoções
"Recitar os mantras com esse propósito nos leva a conhecer qual será o próximo pensamento", diz Vagishananda. Segundo ele, esse é o primeiro passo para gerenciar as emoções, expressá-las de maneira saudável e eliminar a resistência mental em reconhecer o que não pode ser mudado, como os fatos do passado. Algumas linhas hindus consideram os mantras sons primordiais que têm poder em si mesmos. "Todo mundo tem as qualidades divinas do Buda dentro de si. Ao pronunciar o mantra, elas serão expressas para o mundo", explica Marcos Eduardo Correa, conhecido como monge Kyohaku, um curitibano praticante desse culto há 15 anos.
Frases poderosas
"Os mantras nasceram na Índia e foram adotados por todas as religiões que de lá se espalharam pelo mundo. Há várias linhagens do budismo chinês, tibetano, japonês e coreano que usam essas frases rítmicas. Porém a palavra entrou na linguagem corrente para designar os sons repetidos que levam a um estado de meditação", explica Edmundo Pellizari, professor de teologia de São Paulo.Esse efeito tranqüilizante pode ser resultado de orações como a ave-maria, o pai-nosso e a glória-ao-pai, no rosário católico. "Elas são as correspondentes cristãs dos mantras", explica Moacir Nunes de Oliveira, professor do departamento de teologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Refúgio de paz
Os mestres recomendam que se repitam os mantras, às vezes, durante horas a fio, mas no início não precisa ser tanto. O artesão João Bueno, de São Paulo, apresentado aos mantras por uma amiga astróloga, aprovou a experiência. Ao entoar um dos mantras do deus hindu Ganesha, relacionado à alegria de viver, pôde superar a perda de uma pessoa querida. "Pode ser coincidência, mas comecei a me sentir melhor com essa prática", diz João. "O verdadeiro impacto do mantra pode ser percebido depois de três horas de repetição", explica o mestre Vagishananda. Alguns reflexos são bem mais imediatos, porém.
Faça a experiência
Pode-se recitar mantras nos momentos em que sentimos necessidade de nos conectar com as qualidades das quais eles falam: alívio, calma, alegria, amparo, ânimo. Não custa tentar – afinal, o mínimo que a prática poderá fazer é deixá-lo mais tranqüilo e concentrado. A vocalização do mantra Om Mani Padme Hum, um dos mais populares, proporciona ao final uma respiração profunda e relaxante (o H tem som de R).
Sente-se numa posição confortável e procure relaxar concentrando sua respiração no abdômen. A seguir, vocalize o mantra durante um tempo mínimo de três minutos. Esta é a forma mais aconselhável para potencializar o mantra, mas se não puder dizê-lo em voz alta, sussurre-o ou apenas mentalize-o.
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